segunda-feira, junho 14, 2004

Ravena - A Verdadeira História - parte I

1º Dia – Na noite de meu aniversário, após os amigos e minha bruxinha terem ido embora,senti uma certa sonolência e resolvi ir me deitar um pouco. Dormi por um tempo indeterminado.
Mas, de repente fui acordado por uma voz que chamava: “-Tatã!” Abri os olhos surpreso e constatei mais surpreso ainda que estava diante de mim uma figura de capuz que parecia saída da capa do disco do Testament! Ele deve ter percebido meu espanto e me deixou ver seu rosto. Não acreditei. Era o Paulo de Tarso Iquiene Barroso, o Paulinho (ou alguém muito parecido com ele)!! Porém, eu sabia que havia fechado a porta e duvidei do que via. Imaginei que fosse por causa da pizza. Banana com orégano é uma combinação que pode gerar efeitos colaterais (como alucinação noturna, rsrs). Ele então falou:“-Tenha calma, Tatã!”(sempre rio quando olho para a cara do Iquiene)... “Eu estou aqui para te contar algo importante!” Mesmo com receio eu tinha que perguntar: “-É você, Paulinho?” E ele: “Sou e não sou!” Pensei comigo: “Puta que o pariu, agora fudeu tudo!” Ainda duvidando insisti: “Como assim?” E ele começou a me esclarecer o que estava acontecendo. Só então percebi que estava fora do meu corpo, conversando astralmente com ele.
O cara que era a cara do Paulinho (ou sua projeção pelo menos) disse que vinha de um lugar distante e que revelaria segredos sobre o Ravena, os seus integrantes e muito mais.Pediu que o acompanhasse e conduziu-me num atmo de segundos à Serra do Piloto! Ali chegando, apontou para uma abertura numa pequena encosta lá no alto. Apesar de ser noite, eu podia ver claramente o local.
Despertei sobressaltado de volta à casa e ao meu corpo físico. Minha mente negava, no entanto algo me dizia que aquela experiência tinha sido real (apesar de eu estar arrotando a pizza)! Tomei a decisão de pegar o 1º ônibus da manhã pra Mangaratiba; e foi o que eu fiz! Continua (claro, se essa é a parte I, caralho!)