quinta-feira, setembro 30, 2004

(A) Versões arretadas

"Menino do Norte, facão pendurado no short / Jegue tatuado no braço, rapadura da cana eu faço/ Lampião é meu parente, e fala "ó, xente!"/ Não sabe o que é frio, veio tentá a sorte no Rio/ Trabaiá pra ganhá o leite// O Piauí seja aqui/ Se um prédio levantares/ Com mais de 100 andares/ Pois como predeiro tu aproveitas o ensejo/Menino do Norte, facão pendurado no short/ cuidado depois com o despejo..." (Menino do Norte- versão: Tatan)
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"Eu queria ser civilizado como os animais... Eu queria montar numa onça de cara pra trás. Minha mulher tem tirnta e dois anos de idade vejam vocês. Eu queria trocá-la por duas que tem dezesseis!" (O Pogresso- versão: de um maluco que ia no Barros de Alencar)
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"Eu cheguei em frente ao portão. Meu cachorro me sorriu latindo... Mas não tenho cão, será que eu não me mudei? Manguacei." (O Porradão- versão: Tatan)
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"Super-homem cascateiro, só faz força no banheiro..." (versão: Didi Mocó Sonrisal Colesterol Novalgino Mufumbo)
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"Atirei o pau no Michael/ Mas o Michael não morreu/ Dona Chica admirou-se/ Do bero que o Michael deu.../ Ei, Chica! Deixa o Michael em paz!" (Another Wood in the Michael- versão popular de domínio público)